terça-feira, 15 de dezembro de 2009

silencios

Deveria dizer-te:
amo os teus silencios
quando teu corpo sorri.
ouviria teu pulso
em chamas morrendo...
mas mordo os lábios
na lingua solta
hífen do teu grito
na minha palavra muda....

abraço do vale

12 comentários:

Maria disse...

São bonitos os teus silêncios...

Abraço

Zorze disse...

Vai aí uma vontade... sentida e carnal!
Saber gerir os silêncios, ainda é uma arte muito difícil.
Nunca sabemos verdadeiramente quando estamos certos.

Abraço,
Zorze

alex campos disse...

Belo poema.

Um abraço e votos de um bom natal.

Ana Tapadas disse...

Muito belo o poema!
bj

utopia das palavras disse...

Silêncios são gritos
na clausura do medo
aguardando a liberdade!

Excelente poema, amigo!

Beijo(meu)

poesianopopular disse...

Duarte!
Parabens pelo teu poema profundo e requintado!
Grande abraço camarada!

Meg disse...

Duarte,

Este é um poema que revela uma intensidade de sentimentos à flor da pele.
Muito bonito, muito sofrido também, meu amigo!
Gostei muito.
Obrigada pelas tuas palavras, lá...

Tem um bom fim de semana.

Abraço

Marreta disse...

Ouve-se o silêncio do vale.

Saudações do Marreta e votos de um bom Natal!

Lúcia disse...

E em pouco, dizes tanto, Duarte! Que bonito!

Um excelente Natal, para ti e para os teus, cheio de magia.
Beijinho da serra

São disse...

Não poderia ficar muda e não vir desejar-lhe e aos seus um Natal e um novo ano com saúde, amor e paz!

Um abraço.

Anónimo disse...

Lindo!
Um grande abraço
BOAS FESTAS!

Lagartinha de Alhos Vedros

Ana Camarra disse...

Silêncio ensurdecedor!

Beijo grande