Quem te abateu, perdeu a guerra santa Da Liberdade. Fez brilhar na manhã do mundo inteiro Um sol de redentora claridade: O teu rosto de Cristo guerrilheiro.
1/4 de fadas esta música postei-a a seguir à sementeira dos fuxan e antes de um texto de afonso dias seguido de la priere...em primeiro pegamos na semente,depois escolhemos o sementeiro e por fim rezamos para que o milagre se transforme em realidade,por muito"utópico" que lhe chamem... onde há vida há esperança,o sonho é poesia...
depois da minha , a nossa... esta em que eu quero querer, e que sei que tambem querem. Nas mãos uma caneta... na cabeça um sonho, no corpo um medo... e na alma um anseio. decidir ser diferente , pensar que a vida é um buril que desfaz arestas. nos meus braços o suor (teu, meu, nosso) do cansaço de quem por gosto gosta antever na vossa luta a batalha que é nossa. quem de rumo muda tem no espelho um novo rosto a face o corpo da ventura transformando o velho em novo. abraço do vale ( imagem surripiada em paula-travelho.sapo.pt)
Entraram de mansinho para surripiar a Luz que o mestre trazia no seu âmago. Tentaram arrancar-lhe a palavra, mas nada. Nem a violência lhes trouxe o pretendido, apenas conseguiram a morte. Saíram carregados de escuridão e perderam-se. A semente corrompida, não pode brotar em direção à Luz.
Ai a Poesia! São timoneiros os que a declamam, capitães os que a escrevem e navegadores os que avidamente a sorvem. Tenho tido uns encontros felizes com a poesia: ora no acaso da viagem, ora na louca transgressão da palavra escrita. Não tenho regras. Nunca as tive , pois ler e escrever é, em mim, um ato impulsivo. Respeito a conservação lexical, a almofada gramatical e a sintaxe ordenada. Mas não sei nada disso e não me peçam para saber! Gosto da confortável desordem com que alinho as ideias díspares no meu fraseado léxico! Há nos académicos toda a ciência necessária para descodificar as escritas várias, mas há nas escritas várias algumas tresloucadas que desafiam a ciência dos já citados académicos. A borrasca é selvagem, mas passageira, já a tempestade ,essa, mesmo que sendo igualmente passageira, obriga a seguir descontrolado. São estas odisseias no acaso que transformam o remanescente em mensa...
Comentários
Che foi um exemplo, grande exemplo.
Hasta la Victoria siempre!
Da Liberdade.
Fez brilhar na manhã do mundo inteiro
Um sol de redentora claridade:
O teu rosto de Cristo guerrilheiro.
Miguel Torga(do poema "Guevara")
abraço
para mim che reprensenta,o que de mais belo há... a vontade de ser livre,nem que para isso se dê a vida
fotógrafa
mais uma para o meu curto repertório...e de torga,que gosto.
obrigado.abraços e obrigado.
esta música postei-a a seguir à sementeira dos fuxan e antes de um texto de afonso dias seguido de la priere...em primeiro pegamos na semente,depois escolhemos o sementeiro e por fim rezamos para que o milagre se transforme em realidade,por muito"utópico" que lhe chamem...
onde há vida há esperança,o sonho é poesia...