fotógrafa eis então a cidade ,onde tudo se funde...zundap,arvores com nozes e outros mais complexos e bem menos simpáticos.o mais estranho é que vista do espaço ela aparece como uma mancha homogénia...e só depois chegando-nos ao perto da mesma ,deparamos com o resultado de um amontoar de casa desrespeitando totalmente o individuo as étnias as raças as classes ditas inferiores tentando englobá-las...ou então excluindo-as fazendo os possíveis para que certos locais se parecam com o paraíso...esquecendo o inferno que lhes nasce ao lado... abraço e obrigado pela paciência.
depois da minha , a nossa... esta em que eu quero querer, e que sei que tambem querem. Nas mãos uma caneta... na cabeça um sonho, no corpo um medo... e na alma um anseio. decidir ser diferente , pensar que a vida é um buril que desfaz arestas. nos meus braços o suor (teu, meu, nosso) do cansaço de quem por gosto gosta antever na vossa luta a batalha que é nossa. quem de rumo muda tem no espelho um novo rosto a face o corpo da ventura transformando o velho em novo. abraço do vale ( imagem surripiada em paula-travelho.sapo.pt)
Entraram de mansinho para surripiar a Luz que o mestre trazia no seu âmago. Tentaram arrancar-lhe a palavra, mas nada. Nem a violência lhes trouxe o pretendido, apenas conseguiram a morte. Saíram carregados de escuridão e perderam-se. A semente corrompida, não pode brotar em direção à Luz.
Ai a Poesia! São timoneiros os que a declamam, capitães os que a escrevem e navegadores os que avidamente a sorvem. Tenho tido uns encontros felizes com a poesia: ora no acaso da viagem, ora na louca transgressão da palavra escrita. Não tenho regras. Nunca as tive , pois ler e escrever é, em mim, um ato impulsivo. Respeito a conservação lexical, a almofada gramatical e a sintaxe ordenada. Mas não sei nada disso e não me peçam para saber! Gosto da confortável desordem com que alinho as ideias díspares no meu fraseado léxico! Há nos académicos toda a ciência necessária para descodificar as escritas várias, mas há nas escritas várias algumas tresloucadas que desafiam a ciência dos já citados académicos. A borrasca é selvagem, mas passageira, já a tempestade ,essa, mesmo que sendo igualmente passageira, obriga a seguir descontrolado. São estas odisseias no acaso que transformam o remanescente em mensa...
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abraço
eis então a cidade ,onde tudo se funde...zundap,arvores com nozes e outros mais complexos e bem menos simpáticos.o mais estranho é que vista do espaço ela aparece como uma mancha homogénia...e só depois chegando-nos ao perto da mesma ,deparamos com o resultado de um amontoar de casa desrespeitando totalmente o individuo as étnias as raças as classes ditas inferiores tentando englobá-las...ou então excluindo-as
fazendo os possíveis para que certos locais se parecam com o paraíso...esquecendo o inferno que lhes nasce ao lado...
abraço e obrigado pela paciência.