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A mostrar mensagens de outubro, 2010

A lama do tempo que nos deram

o rosto vazio de coisa alguma, encaro da lama onde chafurdam os mais normais vizinhos de labuta, um sol cinzento e um cheiro a vento. Este brilho de choro a terra feita mar, ganha na chuva o seu poderoso aliado, e cresce feito torrente... fundindo-se nas nuvems frescas , aroma de um outono . Tenho a pele coberta de uma cor, e na pele o sorriso de um sol que m'esqueçe. açendo o meu candeeiro, e vejo no espelho perdido pela minha vontade, um espaço de parede exibindo minha única primavera... mas a ruga traiçoeira, guardou mil pensamentos e sabe-me a novembro esse abril encalhado. outroeu