Ai a Poesia! São timoneiros os que a declamam, capitães os que a escrevem e navegadores os que avidamente a sorvem. Tenho tido uns encontros felizes com a poesia: ora no acaso da viagem, ora na louca transgressão da palavra escrita. Não tenho regras. Nunca as tive , pois ler e escrever é, em mim, um ato impulsivo. Respeito a conservação lexical, a almofada gramatical e a sintaxe ordenada. Mas não sei nada disso e não me peçam para saber! Gosto da confortável desordem com que alinho as ideias díspares no meu fraseado léxico! Há nos académicos toda a ciência necessária para descodificar as escritas várias, mas há nas escritas várias algumas tresloucadas que desafiam a ciência dos já citados académicos. A borrasca é selvagem, mas passageira, já a tempestade ,essa, mesmo que sendo igualmente passageira, obriga a seguir descontrolado. São estas odisseias no acaso que transformam o remanescente em mensa...
Comentários
Abraço
Saber gerir os silêncios, ainda é uma arte muito difícil.
Nunca sabemos verdadeiramente quando estamos certos.
Abraço,
Zorze
Um abraço e votos de um bom natal.
bj
na clausura do medo
aguardando a liberdade!
Excelente poema, amigo!
Beijo(meu)
Parabens pelo teu poema profundo e requintado!
Grande abraço camarada!
Este é um poema que revela uma intensidade de sentimentos à flor da pele.
Muito bonito, muito sofrido também, meu amigo!
Gostei muito.
Obrigada pelas tuas palavras, lá...
Tem um bom fim de semana.
Abraço
Saudações do Marreta e votos de um bom Natal!
Um excelente Natal, para ti e para os teus, cheio de magia.
Beijinho da serra
Um abraço.
Um grande abraço
BOAS FESTAS!
Lagartinha de Alhos Vedros
Beijo grande