Ai a Poesia! São timoneiros os que a declamam, capitães os que a escrevem e navegadores os que avidamente a sorvem. Tenho tido uns encontros felizes com a poesia: ora no acaso da viagem, ora na louca transgressão da palavra escrita. Não tenho regras. Nunca as tive , pois ler e escrever é, em mim, um ato impulsivo. Respeito a conservação lexical, a almofada gramatical e a sintaxe ordenada. Mas não sei nada disso e não me peçam para saber! Gosto da confortável desordem com que alinho as ideias díspares no meu fraseado léxico! Há nos académicos toda a ciência necessária para descodificar as escritas várias, mas há nas escritas várias algumas tresloucadas que desafiam a ciência dos já citados académicos. A borrasca é selvagem, mas passageira, já a tempestade ,essa, mesmo que sendo igualmente passageira, obriga a seguir descontrolado. São estas odisseias no acaso que transformam o remanescente em mensa...
Comentários
Beijo
Abraço da serra:)
Se precisares de mais uns tostões diz que a gente cá em baixo assalta o BPN.
Saudações do Marreta.
Acho que a ideia do Marreta é de aproveitar...
Cá te esperamos.
Um abraço
No tarda nada estás a dizer-nos para apertar o cinto...
:)))
Arranja lá tudo que nós cá te esperamos para as lutas!
(E não sabia que vocemecê era gente do teatro... temos que falar!!!)
beijinhos do cavaquistão
Abraço
Mas...espero-te!
Beijinho
Tenho pensado sériamenta na proposta do marreta, mas tomar de assalto um banco falido?!na!
vou é começar a pedir, só me falta um armani, um bentley e uma mansão para ter algumas hipóteses de sucesso!!!
obrigado pelas visitas.