Ai a Poesia! São timoneiros os que a declamam, capitães os que a escrevem e navegadores os que avidamente a sorvem. Tenho tido uns encontros felizes com a poesia: ora no acaso da viagem, ora na louca transgressão da palavra escrita. Não tenho regras. Nunca as tive , pois ler e escrever é, em mim, um ato impulsivo. Respeito a conservação lexical, a almofada gramatical e a sintaxe ordenada. Mas não sei nada disso e não me peçam para saber! Gosto da confortável desordem com que alinho as ideias díspares no meu fraseado léxico! Há nos académicos toda a ciência necessária para descodificar as escritas várias, mas há nas escritas várias algumas tresloucadas que desafiam a ciência dos já citados académicos. A borrasca é selvagem, mas passageira, já a tempestade ,essa, mesmo que sendo igualmente passageira, obriga a seguir descontrolado. São estas odisseias no acaso que transformam o remanescente em mensa...
Comentários
(olha lá não podes retirar as letras malucas?)
Beijos
tal como a vida por vezes...
abraço
GORAN BREGOVIC.
(acho que já consegui retirar a verificação de palavras)
abraços
fotógrafa
...e sempre irremediavelmente sinónima de morte...
abraços
A morte não conhece ninguém, quando chega não pede licença.
Mas, existe vida para além da morte. Não é um consolo, é uma realidade.
Abraço,
Zorze