Ai a Poesia! São timoneiros os que a declamam, capitães os que a escrevem e navegadores os que avidamente a sorvem. Tenho tido uns encontros felizes com a poesia: ora no acaso da viagem, ora na louca transgressão da palavra escrita. Não tenho regras. Nunca as tive , pois ler e escrever é, em mim, um ato impulsivo. Respeito a conservação lexical, a almofada gramatical e a sintaxe ordenada. Mas não sei nada disso e não me peçam para saber! Gosto da confortável desordem com que alinho as ideias díspares no meu fraseado léxico! Há nos académicos toda a ciência necessária para descodificar as escritas várias, mas há nas escritas várias algumas tresloucadas que desafiam a ciência dos já citados académicos. A borrasca é selvagem, mas passageira, já a tempestade ,essa, mesmo que sendo igualmente passageira, obriga a seguir descontrolado. São estas odisseias no acaso que transformam o remanescente em mensa...
Comentários
por fim a revolução, mas não sozinho!
cá estamos!
Beijos e abraços para o vale
ainda bem que tiveste um fds com musica e a recordar todos os nossos cantores e compositores...
eu também tive um fds, canoro...tive concerto no domingo, com o grupo coral da faculdade de economia do Porto, e hoje fui ouvir dois coros, também muito bons.
abraço
Até!!
Está quase para acontecer. Fixa esta data: 21/12/2012.
Até as raízes saltarão do chão!
Abraço,
Zorze
Nunca sózinho.
outros para ti
fotógrafa
sempre deu para aliviar tensões...
para ti tb
círculo literário
Obigado.deixei lá um coment.
abraços do vale
Zorze
Já chega de quase...talvez não chegue a essa data...
outro para ti
Abraço
ha-de vir o tempo dos justos...
abraços