fotógrafa eis então a cidade ,onde tudo se funde...zundap,arvores com nozes e outros mais complexos e bem menos simpáticos.o mais estranho é que vista do espaço ela aparece como uma mancha homogénia...e só depois chegando-nos ao perto da mesma ,deparamos com o resultado de um amontoar de casa desrespeitando totalmente o individuo as étnias as raças as classes ditas inferiores tentando englobá-las...ou então excluindo-as fazendo os possíveis para que certos locais se parecam com o paraíso...esquecendo o inferno que lhes nasce ao lado... abraço e obrigado pela paciência.
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Entraram de mansinho para surripiar a Luz que o mestre trazia no seu âmago. Tentaram arrancar-lhe a palavra, mas nada. Nem a violência lhes trouxe o pretendido, apenas conseguiram a morte. Saíram carregados de escuridão e perderam-se. A semente corrompida, não pode brotar em direção à Luz.
Imagem de afp/getty images ( sem o cravo) A Luz e as Trevas. Nestes tempos em que a obscuridade tende a afetar as mentes menos prevenidas, ou que de alguma forma se deixaram levar por caminhos mais ímpios, urge realçar os valores que nos são transmitidos por Seres Bons. Não se conquista a Liberdade sem fazer jus à Justiça, e não há Justiça possível sem Liberdade. O que nos liberta dos algozes é a nossa capacidade de discernir. O que é Bem ? O que é Mal? Será necessário sofrer com o Mal para conhecermos o Bem? Será necessário uma noite escura para sentirmos a mais ínfima Luz? O Papa Francisco partiu e não me manifestei, a Páscoa passou e não me manifestei, o 25 de Abril passou e não me manifestei. Não o consegui fazer por motivos que não irei citar aqui. Fui lendo sobre a partida do Papa Francisco e relembrando as palavras de bondade e tolerância que ele nos transmitiu, fui assistindo ao hesitar de figuras da nossa praça...
Ai a Poesia! São timoneiros os que a declamam, capitães os que a escrevem e navegadores os que avidamente a sorvem. Tenho tido uns encontros felizes com a poesia: ora no acaso da viagem, ora na louca transgressão da palavra escrita. Não tenho regras. Nunca as tive , pois ler e escrever é, em mim, um ato impulsivo. Respeito a conservação lexical, a almofada gramatical e a sintaxe ordenada. Mas não sei nada disso e não me peçam para saber! Gosto da confortável desordem com que alinho as ideias díspares no meu fraseado léxico! Há nos académicos toda a ciência necessária para descodificar as escritas várias, mas há nas escritas várias algumas tresloucadas que desafiam a ciência dos já citados académicos. A borrasca é selvagem, mas passageira, já a tempestade ,essa, mesmo que sendo igualmente passageira, obriga a seguir descontrolado. São estas odisseias no acaso que transformam o remanescente em mensa...
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abraço
eis então a cidade ,onde tudo se funde...zundap,arvores com nozes e outros mais complexos e bem menos simpáticos.o mais estranho é que vista do espaço ela aparece como uma mancha homogénia...e só depois chegando-nos ao perto da mesma ,deparamos com o resultado de um amontoar de casa desrespeitando totalmente o individuo as étnias as raças as classes ditas inferiores tentando englobá-las...ou então excluindo-as
fazendo os possíveis para que certos locais se parecam com o paraíso...esquecendo o inferno que lhes nasce ao lado...
abraço e obrigado pela paciência.