segunda-feira, 21 de abril de 2014
O último cigarro... vazio como muitos. 4 da manhã... daqui a 3 horas irei iniciar mais um dia com outros cigarros, mais vazios e a certeza de que no crepúsculo tudo será idêntico. Dar não é fácil e não posso esperar receber, muito menos esperar que dos céus surja contentamento... pois do céu vem chuva ou sol, e já não é mau! Mas com tanto dia, teimo em espreitar a noite, beber das estrelas e deitar-me num quarto minguante. Vou ...
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Dos Verdes aos Maduros
A viagem esqueceu o Porto
Esqueceu o Rumo
Esqueceu Recordar-se...
Desfez o Timoneiro
Nos nevoeiros da incerteza
Das amarras ( raízes de alguns )
Gritam os anos, o Tempo ( carrasco de muitos)
Mas a viagem transcende
E da mudança... pouco lhe importa
Chronos trabalha
Sem o propósito da Luz...
Abraço daqui.
A viagem esqueceu o Porto
Esqueceu o Rumo
Esqueceu Recordar-se...
Desfez o Timoneiro
Nos nevoeiros da incerteza
Das amarras ( raízes de alguns )
Gritam os anos, o Tempo ( carrasco de muitos)
Mas a viagem transcende
E da mudança... pouco lhe importa
Chronos trabalha
Sem o propósito da Luz...
Abraço daqui.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Queria dizer
Dizer que Hoje acaba a estupidez
Dizer em crescendo com o acontecer em gestação
Dizer que Amanhã não haverá lugar
Para certezas amofinadas
Envoltas num continuum...
Para deterministas elucubrações !
Dizer Liberto num voo de uma borboleta
Que a Tempestade é dos aventureiros
A chuva dos sedentos e
O vento dos audazes.
Na mais leve brisa
Vai uma folha fugaz
Dizer na Invernia
Que o Outono que a faz
Tem Primaveril pertença...
Mas nunca teve um rumo
Nem tão pouco um destino!
Queria dizer que nos entre()tantos
Espero o desconforto
A liça sadia, o resmungar de um sábio,
A interrogação de um simples!
Quero dizer, então, que venham badaladas
Com cacofonia, rasgados risos e choros,
Que venham PORRA
Mas que nunca me avisem !
Dizer que Hoje acaba a estupidez
Dizer em crescendo com o acontecer em gestação
Dizer que Amanhã não haverá lugar
Para certezas amofinadas
Envoltas num continuum...
Para deterministas elucubrações !
Dizer Liberto num voo de uma borboleta
Que a Tempestade é dos aventureiros
A chuva dos sedentos e
O vento dos audazes.
Na mais leve brisa
Vai uma folha fugaz
Dizer na Invernia
Que o Outono que a faz
Tem Primaveril pertença...
Mas nunca teve um rumo
Nem tão pouco um destino!
Queria dizer que nos entre()tantos
Espero o desconforto
A liça sadia, o resmungar de um sábio,
A interrogação de um simples!
Quero dizer, então, que venham badaladas
Com cacofonia, rasgados risos e choros,
Que venham PORRA
Mas que nunca me avisem !
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
Geneológicamente capados.
Desbravei o que consumo.
Nesta festa polarizada ,
Desmesuradamente quadrada
Arredondo meus cantos
Na sinfonia que me faz
Assim
Um ser domesticado.
Mastigo papéis, recados
Outras coisas mais,
mais outras
Menos introespetivadas.
Quase corrompido
Um peru recheado, um ganso...
Um pato,
Assim me queiram!
Estapafurdido
Vomito as entranhas estranhas!
Da quadratura
Guardo apenas sensaborias
Fórmulas ionizadas
Nuvens descargadas.
Sou o receptáculo
De um novo circense maquiavel
Um mesclado de "steve mark gates "
Porta entreaberta
com NOR Ao comando.
Eunuco por Venturas
Geneológicamente ceifado
Da suprassumidade...
Essa inconveniente indefinição!
aindaeu
Nesta festa polarizada ,
Desmesuradamente quadrada
Arredondo meus cantos
Na sinfonia que me faz
Assim
Um ser domesticado.
Mastigo papéis, recados
Outras coisas mais,
mais outras
Menos introespetivadas.
Quase corrompido
Um peru recheado, um ganso...
Um pato,
Assim me queiram!
Estapafurdido
Vomito as entranhas estranhas!
Da quadratura
Guardo apenas sensaborias
Fórmulas ionizadas
Nuvens descargadas.
Sou o receptáculo
De um novo circense maquiavel
Um mesclado de "steve mark gates "
Porta entreaberta
com NOR Ao comando.
Eunuco por Venturas
Geneológicamente ceifado
Da suprassumidade...
Essa inconveniente indefinição!
aindaeu
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
O assédio apresenta-se sob diversas formas.
Uma forma de assédio em voga nos tempos que correm, é o assédio ideológico... Nada mais conveniente de que uma mente empobrecida pela dispersão de valores.
Estranho, obviamente, de como todo o processo pode ser consentido por mentes que deveriam ser livres, e por pessoas que deveriam saber desbravar caminhos.
Não sou nenhum exemplo de perfeição, mas quem me quiser, tem de pagar o preço do intercâmbio... Dou-me, sim... mas com todas as minhas facetas.
Uma forma de assédio em voga nos tempos que correm, é o assédio ideológico... Nada mais conveniente de que uma mente empobrecida pela dispersão de valores.
Estranho, obviamente, de como todo o processo pode ser consentido por mentes que deveriam ser livres, e por pessoas que deveriam saber desbravar caminhos.
Não sou nenhum exemplo de perfeição, mas quem me quiser, tem de pagar o preço do intercâmbio... Dou-me, sim... mas com todas as minhas facetas.
sábado, 7 de dezembro de 2013
Jamais esquecera aquele teu sorriso
O teu sorriso liberto e indiferente
à tez que o trazia
Jamais esquecera que me ensinaste
que neste caminho
Não existe nem existirá
passeio que nos separe
Pois caminhamos lado a lado
Jamais esquecerei aquele punho brandido em Berlim
Do orgulho contava o feito
Era meu
também...
esse punho...
Jamais esquecerei que nada nos rachou
Nem o tempo, nem o carcereiro, nem a morte!!!
A estrutura da tortura é fraca
E a da alma Justa é estóica!
Esqueço-me sim...
é de quem nos quer lembrar
Sem jamais ter tido a bravura
De ser solidário ao teu lado, Irmão!
E não sabe que houve um punho
E nem que o soubesse
Jamais seria o seu!!!
E não esqueço...
Apenas demoro...
Aqui,
Junto aos meus...
Fair well Madiba!
O teu sorriso liberto e indiferente
à tez que o trazia
Jamais esquecera que me ensinaste
que neste caminho
Não existe nem existirá
passeio que nos separe
Pois caminhamos lado a lado
Jamais esquecerei aquele punho brandido em Berlim
Do orgulho contava o feito
Era meu
também...
esse punho...
Jamais esquecerei que nada nos rachou
Nem o tempo, nem o carcereiro, nem a morte!!!
A estrutura da tortura é fraca
E a da alma Justa é estóica!
Esqueço-me sim...
é de quem nos quer lembrar
Sem jamais ter tido a bravura
De ser solidário ao teu lado, Irmão!
E não sabe que houve um punho
E nem que o soubesse
Jamais seria o seu!!!
E não esqueço...
Apenas demoro...
Aqui,
Junto aos meus...
Fair well Madiba!
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Digo Não
Digo não ao café pela manhã
Aos sorrisos inquietos,
à solidão das mãos entrelaçadas
Ao mais leve sussurro no meio de uma noite de sono
Às carícias que tardam,
ao palpitar cadenciado
De quem nada sabe...
Prometo
prometo que não procurarei onde não me quiserem
prometo ser vazio da mais leve intenção de querer saber
e ainda prometo ser sombra do nada que foi.
Assim
Esmurro os calcanhares na mais leve pedra
Desfaço os olhos no breu mais profundo da tua noite
Calcino os lábios no frio polar do teu alento
E sumo esquartejado pela pele do teu gume!
Como gosto tanto da dor desse teu não-amor...
Como é bom saber que nunca foste!
Abraço do Vale
Digo não ao café pela manhã
Aos sorrisos inquietos,
à solidão das mãos entrelaçadas
Ao mais leve sussurro no meio de uma noite de sono
Às carícias que tardam,
ao palpitar cadenciado
De quem nada sabe...
Prometo
prometo que não procurarei onde não me quiserem
prometo ser vazio da mais leve intenção de querer saber
e ainda prometo ser sombra do nada que foi.
Assim
Esmurro os calcanhares na mais leve pedra
Desfaço os olhos no breu mais profundo da tua noite
Calcino os lábios no frio polar do teu alento
E sumo esquartejado pela pele do teu gume!
Como gosto tanto da dor desse teu não-amor...
Como é bom saber que nunca foste!
Abraço do Vale
sexta-feira, 15 de março de 2013
segunda-feira, 19 de março de 2012
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Ciber émotions

D'un bit au bout de tes rêves
J'ai peint un sourire sur tes lèvres.
t'es links sans dentelles
et ta belle coccinelle
sont gandjha de mes troubles
Ary firmament d'une étoile nouvelle.
Je beugue dans tes yeux
bégaye sur ta peau
Pour te dire qu'on est deux
Pour te dire comme c'est beau
Une ciber-emotion pour Ary B....d...guer.
Je kiffe
et ça chauffe sans ennui
Le tango du sud
à Paris à minuit
Etrange a
Faire
Cette Ary B...d...guer.
D. Nuno. abraço do vale.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
a construção do feudo de papelão
O ovo está choco...
Pobre mão que transporta as vontades
(dele e nunca de outros)
Até ao regaço de um povo acomodado, estéril.
Nesta arquitectura de quem (manifestamente) é mediocre,
E só se sabe valer da futilidade, do compadrio e da ignorância,
Fazer menos bem, deveria ser pecado.
A técnica do mal dizer,pequenos bastidores de mal formação,
Vai levando a bom porto (nem que o mesmo caia de podre),
A fome de pequeno protagonismo.
Para haver um plano mestre, tem de existir mestria...
Pois mestria desta, um iluminado qualquer a teria.
Os resultados estão à vista: já não sobra palha para tanto burro!!!
Quem constroi, deve alicerçar o seu juizo sobre sólidas bases.
Quem semeia ou planta, deve saber esperar pela maturação
E saber de que chão é feito um desejo.
abraço do vale
Pobre mão que transporta as vontades
(dele e nunca de outros)
Até ao regaço de um povo acomodado, estéril.
Nesta arquitectura de quem (manifestamente) é mediocre,
E só se sabe valer da futilidade, do compadrio e da ignorância,
Fazer menos bem, deveria ser pecado.
A técnica do mal dizer,pequenos bastidores de mal formação,
Vai levando a bom porto (nem que o mesmo caia de podre),
A fome de pequeno protagonismo.
Para haver um plano mestre, tem de existir mestria...
Pois mestria desta, um iluminado qualquer a teria.
Os resultados estão à vista: já não sobra palha para tanto burro!!!
Quem constroi, deve alicerçar o seu juizo sobre sólidas bases.
Quem semeia ou planta, deve saber esperar pela maturação
E saber de que chão é feito um desejo.
abraço do vale
sábado, 2 de julho de 2011
pediram-me amor...
amor fracasso, ou amor ternura?
amor devasso, ou amor candura?
amor liberto, ou amor marcado?
amor aberto, ou amor amarra?
amor simples, ou amor loucura?
pediram-me amor!.......
caderno de memórias
(aquele que não tenho escrito) :
na teia dos sentimentos
querer é forma de amar
mas nem sempre ser amado.
aquele quadro não me ama,
mas amo tanto a forma
que me traz cativo
nas cores dos códigos
chave da minha imaginação.
A paisagem ama a alma
de quem a pinta fruto.
pediram-me amor...........!
amar é canseira.
prefiro saber que não gosto,
restando-me apenas o que quero.
abraço do vale
amor fracasso, ou amor ternura?
amor devasso, ou amor candura?
amor liberto, ou amor marcado?
amor aberto, ou amor amarra?
amor simples, ou amor loucura?
pediram-me amor!.......
caderno de memórias
(aquele que não tenho escrito) :
na teia dos sentimentos
querer é forma de amar
mas nem sempre ser amado.
aquele quadro não me ama,
mas amo tanto a forma
que me traz cativo
nas cores dos códigos
chave da minha imaginação.
A paisagem ama a alma
de quem a pinta fruto.
pediram-me amor...........!
amar é canseira.
prefiro saber que não gosto,
restando-me apenas o que quero.
abraço do vale
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Tenho andado preocupado com a saude do meu blog. Logo nasceu, fiquei sem a possibilidade de postar uma músiqueta directamente importada do Youtube... Mas lá se resolveu. Algum tempo mais tarde acontece-me isto: tenho 29 seguidores ( a acreditar no meu painel de controle) e... desapareceram!... bom até poderiam deixar de me seguir... mas... e então aquelas pessoas que tenho a certeza absoluta de que não deixariam de me seguir?
A quantidade de mensagens também baixou drásticamente ( isto do facebook é muito melhor, reconheço), mas fico espantado com o publico que me tem visitado, senão vejamos:
Portugal e Brasil (normalíssimo), EUA (talvez algum primo que por lá ande), França (aí sim tenho familiares, amigos, etc.), Alemanha(não precebo porra dessa lingua e não lá conheço "primos"... embora lá tenha alguns conhecidos), Japão(?!), Coreia do sul(???), Espanha(tenho lá amigos, familiares, etc), UK(também por lá residem amigos),Suiça(também aí tenho familiares), e depois países como Italia, Russia, Ucrania, Sérvia, Bosnia-herzgovina,Argentina, Italia,Irão(!)... bom só me falta a oceania e áfrica...Assim terei um blog bem viajado(se bem que pouco comentado). Ok... das duas uma : ou tenho uns "amigos" em muita parte, ou tenho poucos, mas muito viajados. Certo é que gostaria de ver aqui alguns dos "seguidores", visto a estima que por eles tenho, e a certeza dessa ser reciproca.
Não tenho escrito, nem viajado muito pelos blogs... o tempo não me permite. Costumo estar ocupado das 06h00 da matina até às 24h00 de segunda a sexta e aos sabados só trabalho, e faço uma farrita. aos domingos... depende... ou descanso, ou pesquiso, ou ocupo-me de outros afazeres que entrantanto se foram acumulando durante a semana.
Cumprimentos a todos (porque são muitos e não dá para distribuir tanto abraço) ... ah! e quando voltarem, não deixem a porta aberta, que pode constipar os meus seguidores, obrigado.
A quantidade de mensagens também baixou drásticamente ( isto do facebook é muito melhor, reconheço), mas fico espantado com o publico que me tem visitado, senão vejamos:
Portugal e Brasil (normalíssimo), EUA (talvez algum primo que por lá ande), França (aí sim tenho familiares, amigos, etc.), Alemanha(não precebo porra dessa lingua e não lá conheço "primos"... embora lá tenha alguns conhecidos), Japão(?!), Coreia do sul(???), Espanha(tenho lá amigos, familiares, etc), UK(também por lá residem amigos),Suiça(também aí tenho familiares), e depois países como Italia, Russia, Ucrania, Sérvia, Bosnia-herzgovina,Argentina, Italia,Irão(!)... bom só me falta a oceania e áfrica...Assim terei um blog bem viajado(se bem que pouco comentado). Ok... das duas uma : ou tenho uns "amigos" em muita parte, ou tenho poucos, mas muito viajados. Certo é que gostaria de ver aqui alguns dos "seguidores", visto a estima que por eles tenho, e a certeza dessa ser reciproca.
Não tenho escrito, nem viajado muito pelos blogs... o tempo não me permite. Costumo estar ocupado das 06h00 da matina até às 24h00 de segunda a sexta e aos sabados só trabalho, e faço uma farrita. aos domingos... depende... ou descanso, ou pesquiso, ou ocupo-me de outros afazeres que entrantanto se foram acumulando durante a semana.
Cumprimentos a todos (porque são muitos e não dá para distribuir tanto abraço) ... ah! e quando voltarem, não deixem a porta aberta, que pode constipar os meus seguidores, obrigado.
domingo, 22 de maio de 2011
O pão do pobre é de pedra
Quem não tiver dentes
Ou passa fome
ou come merda!
O pão do remediado
dura um mês.
deixa-se comer
na primeira semana,
e nas outras três
que tem esse mês,
partilha-se com martelo,
Já que nele não entra
O primeiro cutelo!
O pão do rico
Não sabe a nada
Sem lasca de presunto
Comer é enfado.
O pão dos outros
é sempre o melhor,
tem sempre de sobra
as nossas migalhas.
Pobre Povo, pobre País
A cobiça do pão regressou
como regressam os criminosos,
ao local do crime.
abraço do vale
Quem não tiver dentes
Ou passa fome
ou come merda!
O pão do remediado
dura um mês.
deixa-se comer
na primeira semana,
e nas outras três
que tem esse mês,
partilha-se com martelo,
Já que nele não entra
O primeiro cutelo!
O pão do rico
Não sabe a nada
Sem lasca de presunto
Comer é enfado.
O pão dos outros
é sempre o melhor,
tem sempre de sobra
as nossas migalhas.
Pobre Povo, pobre País
A cobiça do pão regressou
como regressam os criminosos,
ao local do crime.
abraço do vale
domingo, 15 de maio de 2011
estranha viagem
Fumo meu canto, nas cordas secas
nevoeiro d'estorvo nos olhos humidos
cada passa é um desassossego
cada imagem fica baça, impura.
Aperto a viagem ao morrer da curva
Asfalto já gasto não pode perder
em cada partida uma pedra dura
em cada chegada um estranho bocejo...
................(continua até parar).................
Do vale em valetas, pró rio que foge,
um abraço de adeus ou então até já.......
nevoeiro d'estorvo nos olhos humidos
cada passa é um desassossego
cada imagem fica baça, impura.
Aperto a viagem ao morrer da curva
Asfalto já gasto não pode perder
em cada partida uma pedra dura
em cada chegada um estranho bocejo...
................(continua até parar).................
Do vale em valetas, pró rio que foge,
um abraço de adeus ou então até já.......
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Quase nada.
Quanto vale a vida? o que é dinheiro? que trabalho merece ser medido em moeda? que vidas são contributivas para a mais valia económica de um sistema?....
E se pusesse isto assim: Que sistema pode avaliar a vida? O que hoje é mais valia, amanhã, mais valia não ter existido!!!
Precisamos de profetas. Não daqueles que por aí pululam, mas sim daqueles que detêm a verdade e que a troco de nada ( basta um calvário) a partilham. Ah... e também precisamos de uma memória colectiva, sempre presente como o gume de uma lámina a ameaçar-nos. Penso que só assim pensariamos, sem desvios estilísticos para inglês ver. Objectivamente, não somos nada. Mas como a linguagem das estrelas nos é praticamente desconhecida, somos o relativo produto dum espirro da nossa conciencia. O inexplicável é a razão que mais nos fascina, logo pensamos em tudo com a perspectiva daquilo que ainda nada é... tem bastante piada resolver transformar nada num produto apetecível, especulando. Estranho pensar que sob determinadas condições só existimos no passado e vivemos no futuro, relativisando. E o presente?... perguntar-me-hão. Esse não existe, está sempre de passagem... é como existir vento e querer meter num frasco uma infinita parte do mesmo. Ou seja a nossa existencia, pouco interessa ao cosmos... mas tem muito valor para quem se acha pensante e dono de uma filosofia... tangas!!! Nada vale tanto como tudo! e se não pensassemos, tudo era sempre... e se não fossemos, continuava tudo!!!
Sinto-me bem, presente, como quase nada.
E se pusesse isto assim: Que sistema pode avaliar a vida? O que hoje é mais valia, amanhã, mais valia não ter existido!!!
Precisamos de profetas. Não daqueles que por aí pululam, mas sim daqueles que detêm a verdade e que a troco de nada ( basta um calvário) a partilham. Ah... e também precisamos de uma memória colectiva, sempre presente como o gume de uma lámina a ameaçar-nos. Penso que só assim pensariamos, sem desvios estilísticos para inglês ver. Objectivamente, não somos nada. Mas como a linguagem das estrelas nos é praticamente desconhecida, somos o relativo produto dum espirro da nossa conciencia. O inexplicável é a razão que mais nos fascina, logo pensamos em tudo com a perspectiva daquilo que ainda nada é... tem bastante piada resolver transformar nada num produto apetecível, especulando. Estranho pensar que sob determinadas condições só existimos no passado e vivemos no futuro, relativisando. E o presente?... perguntar-me-hão. Esse não existe, está sempre de passagem... é como existir vento e querer meter num frasco uma infinita parte do mesmo. Ou seja a nossa existencia, pouco interessa ao cosmos... mas tem muito valor para quem se acha pensante e dono de uma filosofia... tangas!!! Nada vale tanto como tudo! e se não pensassemos, tudo era sempre... e se não fossemos, continuava tudo!!!
Sinto-me bem, presente, como quase nada.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Hoje é feriado !!!

Falam-me de crise, do FMI, da dívida (a pública e a privada), da necessidade de sacrificios, de mais esforço, de mais força de trabalho, etc. MAS HOJE NÃO TRABALHO!!! O acontecimento que nos permitiu uma revisão constitucional onde (ainda) estão consagrados os mais básicos direitos, a liberdade de expressão, o direito à sindicancia, a igualdade de direitos entre gêneros, o ensino gratuito, a saude "tendencialmente" gratuita, etc. é para mim tão importante como o nascimento de Cristo, como a sua reissurreição... Porque é de ressurreição que lavra a revolução de Abril , em plena "prima vera" tudo é flor e pólen, tudo é esperança de fruto em construção.
Cada dia que passa é mais uma revolução, noite-dia, dia-noite...mar e céu entrelaçado num amor azul, céu e mar revoltos numa tormenta cinzenta, explosão de cores num manto verde de terra desafiando as chuvas mil, canto de aves e danças nupciais em terra fecunda ou no desafiante bailado do sol com as nuvens... O ciclo da vida no bailar de uma andorinha... Pois hoje não trabalho, hoje festejo a divina reissureição da democracia.
abraço do vale
Subscrever:
Mensagens (Atom)



